

Em Caxias do Sul, a ordem é reciclar
Ady Machado trabalhava como motorista de caminhão numa empresa de reciclagem de Caxias do Sul (RS). Sofreu dois acidentes de trânsito e aposentou-se. Mas não tinha temperamento para o ócio da aposentadoria.
Então dedicou-se a um negócio do qual tinha conhecimento, adquirido nos muitos anos em que trabalhou na empresa de reciclagem.
Convocou mulher, duas filhas, o cunhado e, usando um Chevette velho, “caindo aos pedaços”, foi à luta. Mas problemas de infra-estrutura começaram a dificultar o negócio, já que o crescente material coletado era armazenado num pequeno espaço, improvisado nos fundos da casa de Ady.
Foi então que ouviu anúncio na rádio local e procurou o BF. Recebeu a visita do agente do banco, Jeferson, e obteve empréstimo de R$ 10 mil - financiado em 24 vezes de R$ 648,00, do qual só falta pagar a última prestação, usado para pagar parte do terreno adquirido.
Os negócios expandiram-se.
O velho Chevette foi substituído por uma caminhonete e uma Kombi. Além do casal e duas filhas, foram contratados um cunhado e mais duas mulheres. O faturamento bruto é de R$ 5 mil por mês. Já são comercializadas 18 toneladas de materiais recicláveis.
Ady já planeja adquirir uma prensa e construir um barracão no terreno, e para isso, avalia tomar outro empréstimo no BF.
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